cases
o que a gente constrói.
de perto.
Eventos, ativações de marca, plataformas. Cada projeto tem um contexto, uma escala e um problema diferente. Aqui é o que a gente fez em cada um.
São Paulo Fashion Week.
Quando a gente entrou, em 2022, o site tinha páginas quebradas e a equipe não conseguia editar nada sem depender de um desenvolvedor. Paulo Borges queria modernizar. A gente propôs um redesign completo que estreou no In.Pactos e virou o portal que é hoje.
O site é WordPress, mas pesado de verdade. Fotógrafos sobem imagens durante os desfiles, em tempo real, e o público acompanha pelo site o que tá acontecendo naquele momento na passarela. Várias pessoas criando conteúdo ao mesmo tempo, sob pressão, durante cinco dias seguidos. A gente mantém a infraestrutura otimizada e dá suporte ao time durante o evento.
Tem uma área restrita de mídia: veículos de imprensa se credenciam, passam por aprovação, e acessam fotos em alta, releases e media kits de cada desfile. Fora da temporada, o site vira plataforma de inscrição para workshops, com fluxos de registro em múltiplas etapas.
Hoje é considerado o maior portal de moda da América Latina. Design moderno, performático mesmo com imagens pesadas, fácil de gerenciar sob pressão. Cada edição evolui a partir da anterior.
Fórmula 1 GP São Paulo.
O problema era logístico: dependendo do ingresso, o caminho até Interlagos muda. Trem expresso, ônibus executivo, carro, metrô. São dezenas de combinações e 300 mil pessoas que precisam da informação certa antes de sair de casa. O organizador precisava de um guia digital de mobilidade que centralizasse tudo isso.
A gente construiu uma landing page estática, otimizada pra mobile (70% do tráfego veio de celular), com rotas organizadas por modal de transporte. A pressão não foi no dia do evento, foi na semana anterior: o time do GP mudava e adicionava conteúdo até a véspera. 16 mil usuários únicos, 25 mil sessões.
No pós-evento, entregamos um relatório de inteligência baseado em heatmap e analytics. O dado mais relevante: quase 2 mil pessoas tentaram clicar no mapa esperando que fosse interativo. Isso virou a principal recomendação pro próximo ano. O Trem Expresso foi o modal com maior intenção de compra (2% de conversão no CTA), indicando onde o organizador pode concentrar parceria comercial.
O que a gente entrega não é só a página. É o retorno de dados que informa a próxima edição. Cada clique, cada scroll, cada dead click conta uma história sobre o que o público realmente precisa.
Rio Open.
A gente opera a calculadora de descarbonização do torneio, o ponto de contato entre sustentabilidade e dado de audiência. Três edições consecutivas, cada uma com mais adesão que a anterior.
O visitante encontra a calculadora em totens espalhados pelo Jockey Club. Informa como viajou até o evento, a distância, e insere o número do ingresso. A gente consulta a API da Eventim em tempo real, valida a compra e vincula a submissão ao comprador. Resultado na hora: quantos quilos de CO₂ a viagem gerou e quantas árvores serão plantadas pra compensar.
Na última edição, 1,2% do público usou a calculadora. Parece pouco, mas a adoção cresce ~45% por edição e cada submissão carrega CPF, e-mail, modal de transporte, distância, dias frequentados e quantidade de ingressos comprados. É o tipo de dado que pesquisa de satisfação não captura, porque vem vinculado ao ingresso real, não a um formulário anônimo.
Três edições consecutivas. Cada ano o organizador acumula um retrato mais completo de como o público chega, e a conversa de sustentabilidade sai de selo pra dado.
SP Open.
Primeiro torneio WTA em São Paulo desde 2000. Evento novo, site oficial com a gente desde a primeira edição.
O site integra direto com a API da WTA: scores ao vivo, informações de jogadoras, head-to-head, rankings e programação atualizada durante o torneio. A API não tinha documentação e o evento não apareceu no sistema até o dia do torneio. A gente construiu em cima de estruturas de dados inferidas até os dados reais estarem disponíveis.
33 mil pessoas passaram pelo Parque Villa-Lobos em uma semana. Do celular, na arquibancada, o público acompanhava score e programação em tempo real pelo site, não por app de terceiro.
Primeira edição. O site já funciona como ferramenta durante o evento, não só vitrine antes dele. A base tá construída pra próxima edição evoluir em cima do que já existe.
Taste Festival.
O maior Taste Festival do mundo fica em São Paulo. 72 mil pessoas na última edição, site oficial com a gente desde 2025. O problema original: o time não conseguia gerenciar conteúdo sem depender de desenvolvedor, e o fluxo de publicação de receitas era travado.
WordPress redesenhado pra autonomia editorial. Receitas são publicadas o ano inteiro pra construir relevância orgânica entre edições. Perto do evento, o site vira vitrine de vendas: cardápios, restaurantes, experiências e CTAs de ingresso. 516 mil sessões e 383 mil visitantes únicos em duas edições.
A página de cardápios é a segunda mais acessada do site (60 mil sessões), acima até da página de ingressos. O público pesquisa o que vai comer antes de decidir se vai. 36% do tráfego vem direto de Instagram e Facebook. A base de newsletter cresce entre edições, com 77% dos inscritos em São Paulo.
Duas edições, dois redesigns. O organizador entra na próxima edição sabendo quais restaurantes geram mais interesse, qual conteúdo traz tráfego orgânico e com uma base de contatos que não começa do zero.
Spotify × YouTube Shorts.
Ativação conjunta Spotify e YouTube Shorts pro Dia do Orgulho LGBTQIAP+. O briefing: um hotsite onde o usuário descobre quanto da sua biblioteca musical já é de artistas LGBTQIAP+ e sai com uma playlist personalizada pra aumentar esse número.
O usuário fazia login com a conta do Spotify, a gente analisava a biblioteca inteira via API, cruzava com uma seed playlist de artistas LGBTQIAP+ curada pela Tecla Music e calculava o percentual. A partir daí, o usuário escolhia uma meta e a gente gerava uma playlist direto na conta dele, misturando o que ele já ouvia com artistas novos.
A experiência inteira seguia a linguagem visual do Spotify Wrapped: telas animadas, métricas pessoais, transições de motion design e resultado compartilhável. A gente fez do conceito visual à copy, passando por toda a camada de animação e integração técnica.
Projeto de Pride, uma edição. O tipo de ativação que exige controle total da stack criativa e técnica ao mesmo tempo, com deadline de campanha que não negocia.
Bradesco: Larga na Frente.
Corrida patrocinada pelo Bradesco pra influenciadores e convidados. O briefing não era landing page de inscrição. Era transformar uma corrida de marca em experiência emocional: o corredor conecta o Spotify, monta o perfil de treino e sai com uma playlist personalizada. Dias depois, áudios motivacionais gravados pelos amigos aparecem no meio das músicas.
O corredor fazia login com o Spotify, respondia um quiz rápido (gênero, vibe, tipo de treino) e o sistema gerava a playlist na hora, com BPM adequado pra corrida, equilíbrio entre hits e descobertas, capa customizada da campanha. A partir daí, compartilhava um link pros amigos. Quem recebia gravava um áudio direto no navegador, sem baixar nada. O áudio ia pro S3, era registrado no banco e numa planilha do Google Sheets que o time de produção usava pra tratar e devolver a faixa pronta.
A automação fazia o resto: identificava áudios prontos na planilha, verificava o token do corredor no Spotify e inseria cada faixa em posições estratégicas da playlist. O time de marketing operava a campanha inteira por uma planilha. Sem painel admin, sem backoffice complexo. 442 mil usuários únicos, 65 mil retornando, 457 mil sessões via TikTok. Nuxt 4, MongoDB, Spotify Web API, Google Sheets API, S3, tudo conectado pra que a interface fosse simples e a orquestração pesada ficasse invisível.
O corredor ouvia os amigos literalmente no ouvido durante o treino. A marca estava presente sem ser intrusiva. O tipo de ativação que não dá pra fazer com template.
Universal Music: Taca o Play.
Plataforma de engajamento gamificado pra Universal Music Brasil. O objetivo: transformar fãs de música em leads qualificados. O usuário conecta o Spotify ou Deezer, completa quizzes por gênero musical, acumula moedas e troca por produtos e experiências exclusivas com artistas.
A gente construiu o produto inteiro: autenticação OAuth com Spotify e Deezer, sistema de missões com quizzes por gênero (Pop, Sertanejo, Rock, MPB, K-POP), lojinha de resgate com cupons únicos, perfil com dados puxados direto da conta de streaming, e um fluxo de onboarding que coleta nome, e-mail, telefone, endereço e preferências musicais em troca de moedas. Cada campo preenchido vale COINS. Cada quiz completado vale mais. Limite de uma missão por dia pra manter o retorno.
1,8 milhão de impressões, 164 mil acessos únicos, 11 mil leads qualificados com opt-in. Todos com dados demográficos, preferências musicais e consentimento de contato, alimentando direto o CRM de e-mail marketing da Universal.
A plataforma rodou com ativações presenciais na CCXP (bônus pra quem vinha do evento), missões temáticas de artistas e lançamentos sazonais. Não é hotsite de campanha. É produto digital com retenção, dados e pipeline de e-mail funcionando.
Esses são alguns dos projetos. Cada edição melhora. Cada parceria aprofunda.




























